Distrital 2.ª Divisão: AMIGOS CORUCHENSE, 0 - MEIAVIENSE, 1
Meiaviense: marcar e bem defender
CDO MEIAVIENSE: Filipe, Edgar (77' Hugo), Cláudio Ribeiro, Ruivo, Pedro Monserrate, Tiago, Barata (60' Abalada), Joca (75' Luís Françony), Alcarraio, André. Gol Joca (17'). Amarelos: Barata (45'), Cláudio (50' e 82'), Edgar (51'), P. Monserrate (75'), Ruivo (79'), Tiago (82'). Vermelho : Cláudio (82'). Treinador: P. Monserrate.
Já se esperava que a deslocação do Operário Meiaviense a Coruche fosse difícil. Primeiro porque pela frente o Operário tinha um equipa com os mesmos 10 pontos, e depois porque jogou pela primeira vez esta temporada num piso de relva sintética.
O conjunto do concelho de Torres Novas entrou muito bem, dominando o meio campo e conseguindo impor-se no jogo. Aos 3’ Joca deu o primeiro sinal de aviso, quando apareceu isolado de frente para o guarda-redes adversário. O jogador, ao fazer o remate, enviou a bola ao poste. O Meiaviense criou ainda mais duas situações flagrantes de golo, por intermédio de André e Joca que ficou de novo isolado frente ao guarda-redes, e mais uma vez desperdiçou a ocasião.
À terceira foi de vez, e após uma boa jogada de entendimento do ataque do Meiaviense, Joca não desperdiçou e marcou o golo que já era mais do que merecido.
O Coruchense não conseguiu mais do que três remates durante a primeira parte, remates esses que não criaram perigo à baliza defendida por Filipe. Seguiram-se dois golos do Operário invalidados pelo jovem árbitro Ricardo Bic um deles surgiu na sequência de um canto, com Ruivo a marcar. O árbitro terá considerado falta de outro jogador. Mais tarde num livre batido para a área, foi a vez de André fazer outro golo, novamente anulado pelo árbitro, que desta vez alegou um fora-de-jogo. Os dois tentos anulados mereceram críticas por parte dos homens da Meia Via.
O jogo foi para intervalo com uma vitória justa do Operário, por 1-0, talvez escassa face às oportunidades de golo que a equipa criou. O segundo tempo foi diferente, com a equipa da casa a entender melhor o jogo. Chegou mesmo a dominá-lo, na zona de meio campo. Nos minutos iniciais, Filipe realizou a defesa da tarde, ao deter um remate à queima-roupa protagonizado pelo avançado do Coruchense.
O Meiaviense limitava-se a jogar em contra-ataque e podia ter dilatado a vantagem por várias vezes, mas as coisas pareciam não querer sair bem. A defesa, ao contrário de jogos anteriores, estava confiante e ia dando conta do recado, perante os ataques da equipa da casa. Já perto do final da partida o Coruchense desperdiçou uma grande penalidade com o jogador a rematar para fora. Estava feito o resultado.


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